O achado de quem leu até o fim
Acento que voltou
Quando Hedi Slimane assumiu a Celine em 2018 e lançou a primeira coleção masculina da casa, ele também mudou a grafia do nome: o acento agudo do «é» desapareceu e CÉLINE virou CELINE, em caixa alta e sem serifa. A mudança veio com um logotipo novo, desenhado em parceria com o designer gráfico britânico Peter Saville, conhecido pelas capas de discos da Factory Records.
Se você conferir o site da marca hoje, vai notar que o nome voltou a ser escrito com acento: ao assumir o posto em 2024, Michael Rider restaurou a grafia original de Céline Vipiana, revertendo a escolha gráfica de Slimane. O retorno do «é» circulou como um dos primeiros sinais visíveis da mudança de direção criativa na casa, antes mesmo do primeiro desfile masculino assinado por Rider.
Fonte: WWD, arquivo de 2018